Uma ducha de água fria nos empolgados que acreditavam que era só trocar o time titular pelo reserva.
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Os candidatos ao título brasileiro
Fluminense e Corinthians atuaram como protagonistas da disputa do título brasileiro deste ano por muito tempo. Eis que, de repente, surge o Cruzeiro roubando a cena. E hoje é dia de checar se há mais gente realmente interessada em lutar pelo campeonato.
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A Série B de 2011 pode ter mais um time do Rio (não, não é o Flamengo)
O futebol do Rio não se resume a Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense. Enquanto os quatro grandes seguem a disputa do Brasileiro, outros times do estado estão em atividade em outras competições. E pode até acontecer de, em 2011, termos mais um time do Rio disputando a série B do Brasileiro (e não falo na chance do Flamengo ser rebaixado, ok?).
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Última rodada da primeira fase da Taça Rio é decisiva. Pra quem?
Amanhã, Olaria x Madureira. No domingo, outros 7 jogos. E assim chegará ao fim a primeira fase da Taça Rio - e, com ela, a participação da maioria dos clubes no Campeonato Carioca. E embora pro Flamengo a coisa toda tenha jeitão de amistoso já há vários jogos, esta última rodada é bastante decisiva para alguns destes outros times.
Não dá pra dizer que o Fluminense encare o jogo contra o Macaé como decisão. Mesmo que perca, há uma vantagem de saldo grande sobre o Bangu que os deixa razoavelmente tranquilos com sua vaga. O Vasco já tem mais com que se preocupar contra o Duque de Caxias - já que, se empatar e o América vencer, encerra por aí sua campanha no campeonato. Porém, há outras equipes cujos resultados mudarão ainda mais o restante de sua temporada.
É o caso de Olaria e de América e Bangu, os dois que ainda lutam pra serem intrusos nas semifinais. Isso porque aquele que terminar na frente entre estes três estará classificado para a Série D do Brasileirão 2010 - e, assim, garantirá compromisso para o resto do ano, embora para alguns isso nem seja desejável, já que é uma competição potencialmente bastante deficitária.
Mas Alex Escobar, por exemplo, é torcedor do América e aponta a Série D como o verdadeiro caminho para a redenção de seu clube. Trata-se do início do trabalho para, um dia, conseguir chegar à serie B - um torneio que não só garante atividade pro time o ano todo, como ainda dá exposição ao menos na TV a cabo, o que coloca realmente o clube em outro patamar. Não dá pra saber o quanto que isso pode ser o sonho de um Bangu ou de um Olaria, mas o clube dirigido por Romário tem este tipo de aspiração. O Bangu, no momento, está na frente, com 22 pontos, mas pega o Botafogo; o Olaria e o América têm 21 e jogam respectivamente contra Madureira e Volta Redonda, já sem interesse na competição.
Dois clubes do Rio irão jogar a série D: o Madureira, vice-campeão da Copa Rio 2009 (pois é, teve isso - o campeão, Tigres, ganhou vaga na Copa do Brasil, e o Madureira se garantiu na série D), e o melhor colocado entre os que não estiverem já classificados para as divisões superiores do Brasileiro. No caso, além dos grandes, também estão incluídos nisso o Duque de Caxias (série B) e o Macaé, que foi vice na D do ano passado e por isso já está na Série C, lutando para seguir os passos do clube de Eurico Miranda. É pena que tanto Macaé quanto Duque de Caxias não tenham torcida nenhuma - o Duque de Caxias chegou a jogar para CINCO PAGANTES na série B do ano passado, contra a Ponte Preta - e, por isso, não dê pra vislumbrar um futuro interessante para estas equipes.
Não é o caso do América. Por isso, ficarei na torcida para que os diabos garantam sua vaguinha. É um motivo mais nobre para torcer pra eles do que simplesmente secar o Vasco. Ou não?
* * * * * * * * * * * *
A série D começa em julho, com 40 times, divididos de acordo com sua região em 10 grupos de 4. Os melhores se classificam para o mata-mata, que vai até novembro. Participam os quatro rebaixados da série C 2009 (Sampaio Correa, Mixto, Confiança e Marcílio Dias) e mais 16 indicados pelas federações, normalmente através dos estaduais.
A série C, com o Macaé, terá 20 clubes, divididos em 4 grupos de 5. Os dois melhores de cada um se classificam para o mata-mata, em busca do acesso à serie B de 2011.
Há ainda, na última rodada da Taça Rio, a luta contra o rebaixamento. Caem os dois times com a menor soma de pontos nos dois turnos do campeonato. O Tigres, com 9 pontos no total dos dois turnos, precisa vencer o Boavista e torcer por qualquer resultado que não seja um empate entre Americano x Resende, em Campos - confronto direto, para o qual especularam que Rosinha Garotinho, prefeita de Campos, compraria ingressos para distribuir à população ir ao Godofredo Cruz e apoiar o time (o Americano, na verdade, é a segunda torcida da cidade, apenas - mas é um representante local). Se o Americano (11 pontos) vencer em casa, garante sua vaga na elite em 2011; o Resende (12 pontos) salva a pele com vitória ou empate.
Não dá pra dizer que o Fluminense encare o jogo contra o Macaé como decisão. Mesmo que perca, há uma vantagem de saldo grande sobre o Bangu que os deixa razoavelmente tranquilos com sua vaga. O Vasco já tem mais com que se preocupar contra o Duque de Caxias - já que, se empatar e o América vencer, encerra por aí sua campanha no campeonato. Porém, há outras equipes cujos resultados mudarão ainda mais o restante de sua temporada.
É o caso de Olaria e de América e Bangu, os dois que ainda lutam pra serem intrusos nas semifinais. Isso porque aquele que terminar na frente entre estes três estará classificado para a Série D do Brasileirão 2010 - e, assim, garantirá compromisso para o resto do ano, embora para alguns isso nem seja desejável, já que é uma competição potencialmente bastante deficitária.
Mas Alex Escobar, por exemplo, é torcedor do América e aponta a Série D como o verdadeiro caminho para a redenção de seu clube. Trata-se do início do trabalho para, um dia, conseguir chegar à serie B - um torneio que não só garante atividade pro time o ano todo, como ainda dá exposição ao menos na TV a cabo, o que coloca realmente o clube em outro patamar. Não dá pra saber o quanto que isso pode ser o sonho de um Bangu ou de um Olaria, mas o clube dirigido por Romário tem este tipo de aspiração. O Bangu, no momento, está na frente, com 22 pontos, mas pega o Botafogo; o Olaria e o América têm 21 e jogam respectivamente contra Madureira e Volta Redonda, já sem interesse na competição.
Dois clubes do Rio irão jogar a série D: o Madureira, vice-campeão da Copa Rio 2009 (pois é, teve isso - o campeão, Tigres, ganhou vaga na Copa do Brasil, e o Madureira se garantiu na série D), e o melhor colocado entre os que não estiverem já classificados para as divisões superiores do Brasileiro. No caso, além dos grandes, também estão incluídos nisso o Duque de Caxias (série B) e o Macaé, que foi vice na D do ano passado e por isso já está na Série C, lutando para seguir os passos do clube de Eurico Miranda. É pena que tanto Macaé quanto Duque de Caxias não tenham torcida nenhuma - o Duque de Caxias chegou a jogar para CINCO PAGANTES na série B do ano passado, contra a Ponte Preta - e, por isso, não dê pra vislumbrar um futuro interessante para estas equipes.
Não é o caso do América. Por isso, ficarei na torcida para que os diabos garantam sua vaguinha. É um motivo mais nobre para torcer pra eles do que simplesmente secar o Vasco. Ou não?
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A série D começa em julho, com 40 times, divididos de acordo com sua região em 10 grupos de 4. Os melhores se classificam para o mata-mata, que vai até novembro. Participam os quatro rebaixados da série C 2009 (Sampaio Correa, Mixto, Confiança e Marcílio Dias) e mais 16 indicados pelas federações, normalmente através dos estaduais.
A série C, com o Macaé, terá 20 clubes, divididos em 4 grupos de 5. Os dois melhores de cada um se classificam para o mata-mata, em busca do acesso à serie B de 2011.
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Há ainda, na última rodada da Taça Rio, a luta contra o rebaixamento. Caem os dois times com a menor soma de pontos nos dois turnos do campeonato. O Tigres, com 9 pontos no total dos dois turnos, precisa vencer o Boavista e torcer por qualquer resultado que não seja um empate entre Americano x Resende, em Campos - confronto direto, para o qual especularam que Rosinha Garotinho, prefeita de Campos, compraria ingressos para distribuir à população ir ao Godofredo Cruz e apoiar o time (o Americano, na verdade, é a segunda torcida da cidade, apenas - mas é um representante local). Se o Americano (11 pontos) vencer em casa, garante sua vaga na elite em 2011; o Resende (12 pontos) salva a pele com vitória ou empate.
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Estadual 2010 - Taça Rio - 1a. rodada - Macaé 1 x 4 Flamengo
Estreia na Taça Rio, fala-se da importância do tetra e tudo o mais, mas a verdade é que o jogo de hoje era mesmo um treino de luxo. Uma oportunidade de Andrade ver o time em ação, testar o que funciona ou não, observar diferentes soluções para os momentos mais importantes da temporada. No primeiro tempo, o Macaé foi um bom sparring; no segundo, nem tanto.
Começou o jogo e o Macaé resolveu partir pra cima, como franco-atirador mesmo. E a verdade é que o Flamengo deu sorte de não ter sofrido um ou dois gols logo nos 5 primeiros minutos, quando o Macaé criou algumas chances bem claras de marcar. Logo em seguida, num contra-ataque, Vagner Love perdeu a primeira boa oportunidade rubro-negra. A partir daí, o Flamengo foi conseguindo controlar a posse de bola e equilibrar o jogo.
Mas a verdade é que chances de gol apareceram pouco - e Vagner Love, mal no jogo, perdeu uma clara ao não conseguir dominar bom passe de Vinícius Pacheco. Este ia até razoavelmente bem, assim como Willians, e dos dois dependia a criação de jogadas do Flamengo. Era pouco, muito pouco, ainda mais pela má atuação de Love, o sumiço de Mezenga e a pouca inspiração de Léo Moura e Juan. Os volantes Toró e Fernando também não ajudavam e, se não fosse o pênalti em Willians, o time teria terminado o primeiro tempo no zero. No duro, o empate nesta primeira etapa foi menos justo com o Macaé, que concluiu mais e com mais perigo, do que com o Flamengo.
No segundo tempo, com a entrada de Fierro no lugar de Mezenga, o domínio rubro-negro aumentou, embora ainda não muito produtivo. Foi mais uma mostra de que Vinícius Pacheco, hoje, é muito mais atacante do que meio-campo - a entrada do chileno representou um a mais no meio, ajudando no combate e na manutenção da posse de bola.
Mesmo assim, o segundo gol só saiu num lance de pelada, uma falta cobrada rapidamente por Love enquanto o time do Macaé assistia Pacheco marcar, esperando sabe-se lá o quê. A partir daí, a porteira abriu-se e os dois gols seguintes saíram naturalmente - com a ajuda da estreia de Ramon, que entrou no lugar do fraco Fernando e ajudou o time a se movimentar melhor no ataque. Com o Macaé não renunciando ao ataque, os espaços apareceram em abundância e Vagner Love aproveitou para aparecer bem melhor.
Goleada e tudo o mais, beleza. Mas é bom que se preste atenção tanto no que melhorou o time no segundo tempo, mas também no tanto de problemas que o Macaé - atenção: Macaé - causou no primeiro. Eu ressaltaria um ponto: a fragilidade da defesa no jogo aéreo. O gol deles saiu assim e, ao longo da partida, conseguiram cabecear com perigo inúmeras bolas levantadas sobre a área. Foi o ponto fraco contra o Botafogo e hoje, com uma zaga totalmente diferente, voltou a acontecer. É algo a ser bastante trabalhado.
E, pelo amor de Deus: quando for realmente importante, não entrem nessa de que o Vagner Love é batedor de pênaltis.
27/2/2010 - 19h30 - Macaé 1 x 4 Flamengo
Estádio Raulino de Oliveira - Volta Redonda, RJ
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)
Auxiliares: Marçal Rodrigues Mendes (RJ) e José Carlos Batista de Arruda (RJ)
Cartões amarelos: Gedeil, André, Bill, Norton (MAC); Léo Moura, Vinícius Pacheco, Fabrício (FLA)
Gols: Vagner Love, 28'/1ºT (0-1); Laio, 38'/1ºT (1-1); Vinícius Pacheco, 13'/2ºT (1-2); Vagner Love, 20'/2ºT (1-3); Vinícius Pacheco, 25'/2ºT (1-4)
Macaé: Jefferson, Fred, André, Otávio e Bill; Gedeil (Léo Santos, 27'/2ºT), Marciel, André Gomes e Norton; Laio (Raphael Aguiar, 27'/2ºT) e Cléber Oliveira. Técnico: Toninho Andrade.
Flamengo: Bruno, Léo Moura, David, Fabrício e Juan (Rodrigo Alvim, 33'/2ºT); Toró, Williams, Fernando (Ramon, 20'/2ºT) e Vinícius Pacheco; Vagner Love e Bruno Mezenga (Fierro, Intervalo). Técnico: Andrade.
Começou o jogo e o Macaé resolveu partir pra cima, como franco-atirador mesmo. E a verdade é que o Flamengo deu sorte de não ter sofrido um ou dois gols logo nos 5 primeiros minutos, quando o Macaé criou algumas chances bem claras de marcar. Logo em seguida, num contra-ataque, Vagner Love perdeu a primeira boa oportunidade rubro-negra. A partir daí, o Flamengo foi conseguindo controlar a posse de bola e equilibrar o jogo.
Mas a verdade é que chances de gol apareceram pouco - e Vagner Love, mal no jogo, perdeu uma clara ao não conseguir dominar bom passe de Vinícius Pacheco. Este ia até razoavelmente bem, assim como Willians, e dos dois dependia a criação de jogadas do Flamengo. Era pouco, muito pouco, ainda mais pela má atuação de Love, o sumiço de Mezenga e a pouca inspiração de Léo Moura e Juan. Os volantes Toró e Fernando também não ajudavam e, se não fosse o pênalti em Willians, o time teria terminado o primeiro tempo no zero. No duro, o empate nesta primeira etapa foi menos justo com o Macaé, que concluiu mais e com mais perigo, do que com o Flamengo.
No segundo tempo, com a entrada de Fierro no lugar de Mezenga, o domínio rubro-negro aumentou, embora ainda não muito produtivo. Foi mais uma mostra de que Vinícius Pacheco, hoje, é muito mais atacante do que meio-campo - a entrada do chileno representou um a mais no meio, ajudando no combate e na manutenção da posse de bola.
Mesmo assim, o segundo gol só saiu num lance de pelada, uma falta cobrada rapidamente por Love enquanto o time do Macaé assistia Pacheco marcar, esperando sabe-se lá o quê. A partir daí, a porteira abriu-se e os dois gols seguintes saíram naturalmente - com a ajuda da estreia de Ramon, que entrou no lugar do fraco Fernando e ajudou o time a se movimentar melhor no ataque. Com o Macaé não renunciando ao ataque, os espaços apareceram em abundância e Vagner Love aproveitou para aparecer bem melhor.
Goleada e tudo o mais, beleza. Mas é bom que se preste atenção tanto no que melhorou o time no segundo tempo, mas também no tanto de problemas que o Macaé - atenção: Macaé - causou no primeiro. Eu ressaltaria um ponto: a fragilidade da defesa no jogo aéreo. O gol deles saiu assim e, ao longo da partida, conseguiram cabecear com perigo inúmeras bolas levantadas sobre a área. Foi o ponto fraco contra o Botafogo e hoje, com uma zaga totalmente diferente, voltou a acontecer. É algo a ser bastante trabalhado.
E, pelo amor de Deus: quando for realmente importante, não entrem nessa de que o Vagner Love é batedor de pênaltis.
27/2/2010 - 19h30 - Macaé 1 x 4 Flamengo
Estádio Raulino de Oliveira - Volta Redonda, RJ
Renda/público: R$ 35.530,00 - 1489 pagantes
Auxiliares: Marçal Rodrigues Mendes (RJ) e José Carlos Batista de Arruda (RJ)
Cartões amarelos: Gedeil, André, Bill, Norton (MAC); Léo Moura, Vinícius Pacheco, Fabrício (FLA)
Gols: Vagner Love, 28'/1ºT (0-1); Laio, 38'/1ºT (1-1); Vinícius Pacheco, 13'/2ºT (1-2); Vagner Love, 20'/2ºT (1-3); Vinícius Pacheco, 25'/2ºT (1-4)
Macaé: Jefferson, Fred, André, Otávio e Bill; Gedeil (Léo Santos, 27'/2ºT), Marciel, André Gomes e Norton; Laio (Raphael Aguiar, 27'/2ºT) e Cléber Oliveira. Técnico: Toninho Andrade.
Flamengo: Bruno, Léo Moura, David, Fabrício e Juan (Rodrigo Alvim, 33'/2ºT); Toró, Williams, Fernando (Ramon, 20'/2ºT) e Vinícius Pacheco; Vagner Love e Bruno Mezenga (Fierro, Intervalo). Técnico: Andrade.
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Ah é - tem a Taça Rio*
* Texto para a coluna semanal no FlamengoNet
Por exemplo: independente de como se apresentassem hoje na Gávea, Léo Moura e Bruno não jogariam amanhã, se dependesse de minha vontade (P.S.: acabo de saber que Álvaro e Petkovic já estão fora...). E é provável que, nem que fosse durante o jogo, eu colocasse em campo gente que está inscrita na Libertadores, que pode precisar jogar em momentos importantes e que está sem qualquer ritmo de jogo - casos de Michael e Rodrigo Alvim, por exemplo. Podemos ainda lembrar que Willians está de fora do jogo contra o Caracas; seria o caso de, em algum momento, já testar em campo a solução que será utilizada para sua ausência.
* * * * * * * * * * * *
Não que o jogo de amanhã não tenha sua importância e não se deva cobrar um bom desempenho do time, mesmo jogando sem alguns titulares. O Flamengo precisa se acostumar a jogar bem, algo que pouco fez nesta temporada. Assim, só posso torcer para que o Macaé - vice-campeão brasileiro da Série D, perdendo a final para o mesmo São Raimundo que ganhou outro dia do Botafogo pela Copa do Brasil - seja um bom sparring e crie dificuldades.
Não que dê pra acreditar muito nisso. O time foi penúltimo colocado em seu grupo da Taça Guanabara e tem a terceira pior campanha do campeonato; nos jogos contra os grandes, perdeu de 3x2 para o Botafogo na estreia e de 4x0 para o Vasco. Mas ao menos parece saber que tem muito a melhorar; trouxe cinco reforços neste intervalo entre os turnos (obviamente, todos desconhecidos; o de melhores credenciais é o lateral Fernandinho, que jogou a série B do Brasileiro do ano passado pela Portuguesa) e foi fazer um período de treinamentos intensivos em Vassouras para se preparar para a Taça Rio. Seu artilheiro é André Gomes - aquele mesmo que jogou no Flamengo entre 2002 e 2003, hoje com 34 anos - com 4 gols.
* * * * * * * * * * * *
Curiosidade inútil: vocês sabiam que o Macaé foi fundado em 1990, com o nome de Botafogo Futebol Clube?
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