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O jeito de jogar do Flamengo de Jayme, tricampeão da Copa do Brasil
É chover no molhado falar que a saída de Mano Menezes, momento que parecia dramático na época, acabou sendo definitivo para a virada do Flamengo na temporada. Os jogadores mudaram de atitude, e Felipe já falou da conversa que houve sobre isso entre eles na ocasião. Mas houve também uma grande participação do técnico Jayme na transformação.
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Huachipato fez com o Grêmio o que La U fez com outros brasileiros antes
A evolução econômica do futebol brasileiro em relação aos vizinhos é enorme. Mas, em outros pontos, há o que aprender com eles.
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O desafio de fazer o Flamengo funcionar como time
Segredo para vencer hoje o Coritiba e melhorar nas rodadas seguintes é tentar formar um conjunto que minimize as fragilidades do elenco.
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Com quantos volantes o Flamengo tem jogado? Uma análise tática dos últimos jogos do time de Joel
Pra quem achou ruim a entrada de mais um volante no jogo de ontem, vale o aviso: o Flamengo já vinha jogando antes com três volantes, por mais que a escalação sugerisse o contrário.
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Ronaldinho e Thiago Neves juntos – “o problema que todo técnico quer ter”, mas Luxemburgo não soube resolver
O Flamengo-2011 deixa de herança para 2012 problemas táticos que não foram solucionados ao longo de meses
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O time para o jogo de domingo
Luxemburgo não preparou o time para enfrentar o Santos nem no jogo de quarta, nem nos treinos da semana.
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Vanderlei Luxemburgo e a estratégia Rocky Balboa aplicada ao futebol
Parece ser de propósito que o treinador armou um time que só tenta de verdade ganhar jogos em menos da metade do tempo. Texto da coluna semanal no FlamengoNet.
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A diferença que faz escolher Fierro ou Bottinelli para o jogo de hoje à noite
Os dois têm características diferentes e a entrada de um ou outro pode mexer com o posicionamento de Ronaldinho e Thiago Neves contra o Cruzeiro.
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O que o Flamengo quer e o que o Flamengo não quer de volta com o retorno de Aírton
A ausência de Aírton na Vila Belmiro, vista como um problema, foi um dos fatores para a grande atuação de ontem do Flamengo.
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O que dá pra tirar da vitória sobre o Atlético-MG para os próximos jogos do Flamengo
Algumas observações sobre volantes, zagueiros, atacantes - e, claro, Ronaldinho
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O time para o jogo de amanhã
Os defeitos da formação que Luxemburgo tem escolhido, as alternativas que ele poderia usar e as dificuldades difíceis de serem dribladas no elenco (texto da coluna da semana no FlamengoNet)
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O esquema do Flamengo que Luxemburgo pode estar imaginando*
A dica pode estar não no time que joga domingo e na estreia no Estadual, mas no que ele escalou ontem no treino tático de quinta
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O tal teste de Rogério com três zagueiros
Mais cedo saiu a notícia de que, durante o período em que o time treinou com portões fechados ontem, Rogério testou uma grande mudança no time: um esquema com três zagueiros. Já havia acontecido antes dele treinar esta opção, mesmo depois de ter dito que não acreditava mais que o time funcionasse assim. Isso não é novidade. Mas, desta vez, a formação é um tantinho diferente da que já foi usada antes.
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O time para o jogo de domingo*
Como é de costume, Rogério falou em entrevistas que ia fazer uma coisa, escolheu outra opção nos treinos e chega ao fim da preparação para o jogo de domingo, contra o Corinthians, avisando que ainda não decidiu que time escalar. Não sei se isso serve pra confundir mais os adversários, os analistas ou os próprios jogadores, caso ele acabe optando por algo que não trabalhou durante a semana.
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O time para o jogo de domingo*
Estou chegando à conclusão de que não vale a pena insistir em publicar textos tentando analisar o time que Rogério deverá colocar em campo na próxima partida. Com uma frequência incrível, eu me baseio no que ele fala ou no que ele treina e depois descubro que ele acabará escalando outra equipe. Ele pode mudar no último treino, pode mudar no vestiário, enfim. Por isso, pra esta semana, pensei em fazer um pouco diferente.
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O time do jogo de domingo*
Rogério se dizia felizardo, antes do jogo contra o Avaí, por poder repetir pela primeira vez desde que chegou ao Flamengo a escalação do time por duas partidas seguidas. Mas eis que, com a suspensão de Kléberson e Wellington, vai ser obrigado a mudar novamente. E, pelas poucas opções de banco, talvez altere bastante até mesmo a forma do time jogar.
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O time para o Palmeiras x Flamengo de hoje
Rogério, mesmo sem poder contar com David, vai insistir no esquema de três zagueiros que usou contra o Grêmio. Percebo que as opções do técnico são muito poucas, mas não acho que é a boa.
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O time para o jogo de amanhã*
O que tem dominado as conversas sobre o Flamengo nos últimos tempos são assuntos que, no duro, terão impacto real no time apenas daqui a alguns meses. Vagner Love continua? Quais contratos serão renovados? Quem será vendido? Quem será contratado? Montillo? Washington? Emerson? Riquelme?
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O time que Andrade escalou em busca de um milagre
O milagre, que fique bem claro, não é a classificação para a próxima fase da Libertadores - e sim a permanência do treinador em seu emprego. Posso estar exagerando, mas realmente não acredito que Andrade continue no cargo sem que o Flamengo consiga hoje uma vitória diferente, realmente convincente, de preferência goleando. A classificação pura e simples, creio eu, não deve bastar.
Sabendo disso, Andrade mudou o time, como tantos - inclusive eu - pediam. Esqueceu o esquema com três volantes e montou uma equipe que deve atuar mais ou menos assim:
Pacheco e Michael devem jogar como armadores abertos, cada um por seu lado (embora os dois, na verdade, costumem jogar pela esquerda). Assim, Léo Moura e Juan terão sempre companhia nas jogadas pelas pontas, criando uma caminho claro para o time criar suas jogadas. Adriano deve ficar mais fixo na área, com Vagner Love tendo a função de se movimentar mais. Maldonado e Willians mais fixos atrás são suficientes para garantir a proteção à defesa.
É um desenho que pode funcionar. O grande problema é que basicamente nenhum dos jogadores escalados é muito de passar. É menos uma questão de qualidade técnica e mais de estilo: Michael, Pacheco, Love, Juan, Léo Moura e até mesmo Willians são de correr com a bola e tentar lances individuais, e não de tentar o toque de bola. Com estas características, é de se esperar pouca troca de passes e dificuldades para virar o jogo de um lado para o outro - algo importante para furar defesas fechadas.
Um só jogador em campo fosse de girar o jogo já poderia fazer a diferença; não precisava nem ser um grande armador, mas um atacante com mais jeito de passador do que Vagner Love (que normalmente tenta arrancadas sozinho sempre que pega na bola) já ajudaria. Adriano, se estiver a fim de jogo, pode até ajudar nisso - é esquisito, mas é ele quem eu vejo com mais visão e qualidade no passe entre eles todos, mas aí se perderia a sua presença na área.
Enfim: é uma tentativa, e o time até criou suas chances jogando assim no segundo tempo contra o Botafogo. Tenho ainda a impressão de que Andrade já sacou que, a esta altura, não tem tanto assim a perder. Posso estar enganado, mas acredito que, se ele achar que precisa, vai colocar Petkovic em campo sem muito medo. Se o sérvio corresponderia ou não, é outro papo. Porque, vamos combinar, na maioria das vezes em que ele foi chamado este ano, não adiantou tanto assim.
Mas talvez o mais importante mesmo para o jogo de hoje nem seja escalação ou desenho tático. E sim saber se o time está ou não disposto a correr por Andrade.
Sabendo disso, Andrade mudou o time, como tantos - inclusive eu - pediam. Esqueceu o esquema com três volantes e montou uma equipe que deve atuar mais ou menos assim:
(Agradecendo mais uma vez a ajuda do craque Adílio nesta simulação. Adílio, aliás, voltou à atividade neste último fim de semana, depois de anos, jogando pelo André Atlético Clube e formando dupla de volantes com Andrade. O time não decepcionou e foi campeão de um torneio quadrangular amistoso.)
Pacheco e Michael devem jogar como armadores abertos, cada um por seu lado (embora os dois, na verdade, costumem jogar pela esquerda). Assim, Léo Moura e Juan terão sempre companhia nas jogadas pelas pontas, criando uma caminho claro para o time criar suas jogadas. Adriano deve ficar mais fixo na área, com Vagner Love tendo a função de se movimentar mais. Maldonado e Willians mais fixos atrás são suficientes para garantir a proteção à defesa.
É um desenho que pode funcionar. O grande problema é que basicamente nenhum dos jogadores escalados é muito de passar. É menos uma questão de qualidade técnica e mais de estilo: Michael, Pacheco, Love, Juan, Léo Moura e até mesmo Willians são de correr com a bola e tentar lances individuais, e não de tentar o toque de bola. Com estas características, é de se esperar pouca troca de passes e dificuldades para virar o jogo de um lado para o outro - algo importante para furar defesas fechadas.
Um só jogador em campo fosse de girar o jogo já poderia fazer a diferença; não precisava nem ser um grande armador, mas um atacante com mais jeito de passador do que Vagner Love (que normalmente tenta arrancadas sozinho sempre que pega na bola) já ajudaria. Adriano, se estiver a fim de jogo, pode até ajudar nisso - é esquisito, mas é ele quem eu vejo com mais visão e qualidade no passe entre eles todos, mas aí se perderia a sua presença na área.
Enfim: é uma tentativa, e o time até criou suas chances jogando assim no segundo tempo contra o Botafogo. Tenho ainda a impressão de que Andrade já sacou que, a esta altura, não tem tanto assim a perder. Posso estar enganado, mas acredito que, se ele achar que precisa, vai colocar Petkovic em campo sem muito medo. Se o sérvio corresponderia ou não, é outro papo. Porque, vamos combinar, na maioria das vezes em que ele foi chamado este ano, não adiantou tanto assim.
Mas talvez o mais importante mesmo para o jogo de hoje nem seja escalação ou desenho tático. E sim saber se o time está ou não disposto a correr por Andrade.
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