Mostrando postagens com marcador Universidad do Chile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universidad do Chile. Mostrar todas as postagens

Huachipato fez com o Grêmio o que La U fez com outros brasileiros antes

A evolução econômica do futebol brasileiro em relação aos vizinhos é enorme. Mas, em outros pontos, há o que aprender com eles.

Libertadores 2010 - Quartas-de-final - Jogo de volta - Universidad de Chile 1 x 2 Flamengo

Não deu. Todo mundo sabia que era muito difícil, mas a sensação que ficou ao final da partida é que o Flamengo poderia ter chegado lá. Mas o fato é que o Universidad, "inferior tecnicamente", não deu um mole sequer em nenhum momento dos dois jogos. E, por isso, se classificou.

As lições úteis dos três Flamengo x Universidad deste ano

Será a quarta vez que o Flamengo enfrentará o Universidad de Chile neste ano. A pergunta é: será que o Flamengo aprendeu as lições dos últimos confrontos? O que estas três partidas podem ensinar de útil para a decisão de hoje à noite?

O quanto pode pesar uma provocação?

Acabado o grande jogo de ontem entre Santos e Grêmio, todas as entrevistas dos "meninos da Vila" iam pelo mesmo caminho: haviam dado uma "reposta" a todas as "bobagens que foram ditas". E eu pensando: será possível que alguém do Grêmio havia menosprezado o Santos em alguma entrevista?

De novo, Universidad do Chile*

* Texto da coluna semanal no FlamengoNet

E o Flamengo terá de novo pela frente, nas quartas-de-final da Libertadores, a Universidad do Chile. O que, pra mim, parece ótimo negócio.

Não por ser um adversário fácil - não é. O Universidad faz boa campanha tanto na Libertadores quanto no campeonato chileno, tem sua torcida empolgada e pode muito bem complicar o confronto. O Flamengo tem mais jogadores de peso que o time chileno, isto é claro; mas, tanto pela campanha dos chilenos quanto pelo que o próprio Flamengo tem jogado este ano, não dá pra apostar em nenhuma facilidade nestes jogos.

Assisti ao jogo de ontem contra o Alianza de Lima apenas a partir do momento em que La U fez seu gol de empate em 1x1, que lhe garantiria a classificação - e fiquei muito bem impressionado com a postura e consciência do time naquele momento. Mesmo com um placar que lhes era favorável, não recuaram para a defesa, o que permitiria a pressão do adversário; continuaram marcando no campo de ataque e mantiveram a posse de bola quase todo o tempo, impedindo praticamente qualquer ameaça do time peruano. E, ao mesmo tempo em que se mantinham no ataque, gastavam tempo a cada cobrança de lateral, a cada queda no gramado.

No final, o jogo acabou ficando dramático porque, numa dessas coisas do futebol, o Alianza conseguiu fazer 2x1 em um raro ataque, armado pelo gordinho Montaño (como tem tido jogador gordo ultimamente, aliás), que havia entrado logo antes. Faltavam poucos minutos pra terminar e o Universidad foi pra cima no desespero - e acabou conseguindo o 2x2 num chute de fora da área, depois de muita pressão. O bandeirinha não correu pro meio, dando impedimento de um jogador que não participou da jogada, mas o juiz confirmou o gol. A confusão foi generalizada, mas sem muito motivo, pois o gol era mesmo legal.

O Universidad é recheado de jogadores que disputarão a Copa, pelo Chile e pelo Uruguai. Porém, as armas com que o Flamengo mais precisa se preocupar não estão entre estes selecionáveis: são o jovem atacante Puch e o armador argentino Montillo, que se entendem muito bem na frente. E ainda o centroavante grandalhão Olivera, de 1,91m, que tentará aproveitar as costumeiras falhas da defesa rubro-negra no jogo aéreo.


* * * * * * * * * * * * *

Mas se o Universidad é um adversário de respeito, com nível para complicar a vida do Flamengo, por que eu gostei de tê-los novamente pela frente?

Justamente pela repetição do confronto, e não exatamente por "já conhecer o adversário". A questão é que, depois da vitória sobre o Corinthians, há uma tendência natural a se acreditar que o Flamengo é favoritaço num confronto contra chilenos ou peruanos. Se a partida fosse contra o Alianza de Lima, isso seria reforçado e tenho medo que esta sensação contagiasse mesmo os jogadores. Sendo contra o Universidad, que já enfrentou o Flamengo duas vezes sem ser derrotado, o pessoal lá dentro pode encarar a partida um tanto mais alertas.

É bom que todos mantenham o foco e a seriedade. Perder é do jogo; perder por desatenção, autossuficiência ou preocupações com coisas fora de propósito em momento impróprio é que seria dose. Mas, desta vez, não está com cara de que isso vá acontecer.

* * * * * * * * * * * * *

Todas essas considerações sobre os dois times podem ficar em segundo plano no jogo de volta. Há uma questão que não muitos estão levando em consideração por aqui e eu ainda espero ver esclarecida: afinal, caso Adriano e Kléberson sejam convocados para a Copa do Mundo, eles estarão à disposição do Flamengo na segunda partida? E quanto a Maldonado e Fierro?

Isso porque a FIFA definiu como data limite para a liberação dos jogadores convocados pelos clubes o dia 17/5 - antes da data prevista para esta partida. Os chilenos podem levar grande prejuízo, ficando sem 6 jogadores, e estão preocupados com a questão. Mas quase não ouvimos falar disso por aqui quanto ao Flamengo; pode ser que isso já esteja resolvido e eu é que seja o desinformado, mas lá no Sul já há notícias sobre o problema por conta do confronto de Grêmio e Santos pela Copa do Brasil, em que Robinho e o goleiro Vítor podem estar ausentes.

Esta é só mais uma mostra de como o calendário por aqui é incrivelmente problemático e precisa ser revisto (embora a final da Champions League, dia 22, também vá bater com este período pré-Copa - mas parece que para este jogo, a exceção já foi aberta e ninguém vai ficar de fora).

La U na expectativa pelo jogo - se é que vai ter jogo

A chuva aperta lá fora enquanto escrevo e aumentam as possibilidades do jogo de amanhã, entre Flamengo e Universidad de Chile, seja adiado. Pela falta de datas no calendário, e pelos chilenos já estarem no Brasil, o mais provável seria que transferissem para o dia seguinte, quinta-feira. Mas a Conmebol já se manifestou na intenção de que se mantenha a data do jogo.

Se não houver condições, com toda esta tragédia no Rio, não vai haver jeito. Mas há complicações para a mudança. Não só é ruim para a TV - e a TV sempre apita, e por isso vai pressionar para que não se tome uma decisão precipitada neste sentido -, como é ruim para o calendário de La U, que já enfrentaria a partir de amanhã uma maratona de jogos: depois do confronto com o Flamengo, pegam o Cobreloa no sábado, pelo campeonato chileno, e o Caracas, na Venezuela, terça-feira. O técnico Gerardo Pelusso já reclamou publicamente em entrevista da falta de consideração da Federação Chilena com os clubes do país que estão na Libertadores.

Torcedores chilenos recebem as notícias das chuvas do Rio e têm diversas reações. Os que imaginam que o jogo pudesse ser adiado para uma data mais pra frente acham até bom; outros acreditam que seria um problema a mudança de programação do time. Há patetas que veem na possibilidade algum "medo" dos brasileiros ("não há em todo o Rio de Janeiro outro estádio?"). E há os que enxergam uma possível vantagem em um jogo com campo enlameado, que favoreceria o jogo aéreo para o grandalhão Olivera.

* * * * * * * * * * *

O clima no Chile é de confiança. No site oficial, 55% dos 57 mil votos de uma enquete apontam que o time terminará o grupo em primeiro. Nas entrevistas e nos fóruns de torcedores, o discurso é de respeito ao Flamengo e seus jogadores de renome internacional, mas "nada de medo". A vitória no jogo de ida é muito lembrada para se afirmar que "si se puede". E torcedores leem orgulhosos por lá as entrevistas de Andrade falando bem do possível adversário de amanhã.

A verdade é que La U vem mesmo em grande fase. Ainda está invicta em 2010 e, além de líder do grupo na Libertadores, também está na frente no Campeonato Chileno, com 5 pontos de vantagem. Vejam só este depoimento no fórum chileazul.cl:

Hace mucho tiempo que no me ilusionaba con una U en un torneo internacional, desde el 96 (equipazo).
Despues de 14 años, vuelve esa ilusion, con un gran equipo, ojala en este partido lo ratifiquen, y esta ves logremos levantar la Copa Libertadores.
No último jogo, contra o Unión Española (vitória por 4x3), mostrou qualidade no ataque, mas defeitos na defesa que eles veem como costumeiros, principalmente pelas laterais. Pode ser o caminho para a vitória rubro-negra. O time deve enfrentar o Flamengo com a mesma escalação desta partida, seguindo com o desfalque do meia Estrada, que está contundido.

* * * * * * * * * * *

E deem uma olhada na piadinha que surgiu no fórum deles, graças à vitória lá no Chile:



Taça Libertadores da América 2010 - 1a. fase - 3a. rodada - Universidad de Chile 2 x 1 Flamengo

Já fazia algum tempo que o assunto durante a semana nunca era futebol, o time ia mal quando entrava em campo, mas no final as vitórias vinham de um jeito ou de outro e tudo ficava bem. Infelizmente, desta vez não foi assim. Jogando fora de casa, o Flamengo nem foi pior que seu adversário, o mais forte do grupo. Mas vários defeitos voltaram a aparecer e, desta vez, a vitória caiu do céu no colo do outro time.

No primeiro tempo, o Universidad tentou tomar a iniciativa do jogo, mas logo o Flamengo conseguiu equilibrar a posse de bola. E com Rodrigo Alvim e Willians bem na proteção, compensando a noite confusa de Álvaro e Fabrício, o time conseguia evitar que o adversário criasse chances claras de gol. Havia problemas na saída da defesa, os jogadores às vezes rifavam demais a bola, Vagner Love ficava estático no meio da defesa adversária e Vinícius Pacheco, mais uma vez, não conseguia criar nada. Porém, desta vez Kléberson apareceu bem, se aproximando mais do que de costume dos atacantes, acertando passes de primeira e conseguindo articular boas jogadas com Léo Moura e Adriano, quando este saía da área para buscar jogo. Assim, o Flamengo foi conseguindo criar os lances de maior perigo da partida.

Mas nada disso adiantou, pois o time resolveu cochilar em campo antes do intervalo. Deixaram o adversário levantar a cabeça e cruzar com tranquilidade após uma cobrança curta de escanteio, deixaram de acompanhar a movimentação de Vargas dentro da área e Bruno ainda colaborou saindo em falso do gol. E o Universidad ganhou de presente o 1x0 que não merecia.

Logo no início do segundo tempo, em uma jogada bem tramada exatamente entre Léo Moura, Kléberson e Adriano (e na qual Love ficou parado e mal posicionado de novo, quase estragando tudo em posição de impedimento), o Flamengo empatou com Rodrigo Alvim. Parecia que o jogo ficaria bom, mas logo depois o time voltou a colaborar com o adversário: primeiro, numa bola perdida de maneira besta numa saída de bola, que deu no frango de Bruno num chute de longe.

Seguiram-se momentos de pane do Flamengo, que se deseperou em campo. E não ajudou em nada a substituição infeliz de Andrade, que colocou Fierro no lugar de  Kléberson - o único articulador de jogadas no meio-campo, que vinha bem -, deixando em campo o improdutivo e desaparecido Vinícius Pacheco. O time só voltou a crescer e dominar a partida quando o Universidad fez substituições que recuaram o time e quando finalmente Vinícius saiu para a entrada do mal-humorado Petkovic.

Pet errou muito, acertou também, enfeitou jogadas que não devia, mas principalmente participou muito do jogo e fez o time funcionar melhor. Com ele em campo, mesmo Fierro começou a aparecer bem. Foi curiosa ainda a solução utilizada por Andrade nesta etapa, segurando Juan quase como um volante pela esquerda e adiantando Rodrigo Alvim pelo setor. Mas as chances criadas - a mais clara para Vagner Love, na cara do goleiro - não foram aproveitadas.



17/3/2010 - 21h50 - Universidad de Chile 2 x 1 Flamengo
Estádio Monumental - Santiago, Chile

Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Auxiliares: Pablo Fandiño (URU) e Mauricio Espinosa (URU)
Cartões amarelos: Vargas (UCH) Álvaro e Fierro (FLA)

Gols: Vargas, 42'/1°T (1-0); Rodrigo Alvim, 5'/2°T (1-1); Vargas, 9'/2°T (1-2)

Universidad de Chile: Conde, Contreras, Victorino, Olarra e Rodriguéz; Estrada (Pinto, 7'/2ºT), Seymour, Vargas (Fernandez, 22'/2ºT) e Montillo; Puch e Oliveira (Rivarola, 40'/2ºT). Técnico: Gerardo Pelusso.

Flamengo: Bruno, Léo Moura (Everton Silva, 32'/2ºT), Álvaro, Fabrício e Juan; Willians, Rodrigo Alvim, Kleberson (Fierro, 14'/2ºT) e Vinícius Pacheco (Petkovic, 21'/2ºT); Vagner Love e Adriano. Técnico: Andrade.

O que esperar da Universidad do Chile hoje à noite

Juan Saavedra viu antes e escreveu no seu Polaroids Rubro-Negros que o site oficial do Universidad do Chile, em sua home, já dá a deixa: eles sabem que o Flamengo é favorito, tem bom histórico contra os chilenos e tudo o mais - mas estão no clima do "si se puede" para motivar time e torcida e acreditam que, se jogarem concentrados o tempo inteiro, podem ganhar.

Foi este o tom de diversas declarações dos jogadores chilenos, como o goleiro Conde (que falhou feio no jogo contra o Universidad Católica): "Eles são pessoas como nós, e mesmo tendo jogado na Europa e em grandes equipes, precisamos acreditar que temos um grande elenco". É este também o clima na torcida, como se pode ler no blog Siguiendo Al Bulla, em um texto entitulado "Dejar el alma y algo más":  "Um bom resultado contra o Flamengo é fundamental, já que ficaríamos em primeiro. Estamos sonhando, mas em partidas como esta, estes sonhos podem virar realidade".

É bom dizer que o Universidad do Chile está invicto em 2010, após 10 partidas; atualmente ocupa a vice-liderança do Apertura chileno. Contará hoje com o retorno do atacante Puch, que chegou a ser descartado por contusão, mas conseguiu se recuperar. Puch foi a grande revelação do futebol chileno em 2009 e foi trazido pelo Universidad como grande reforço para a temporada, por 850 mil dólares. Formará hoje à noite a dupla de ataque com o grandalhão Olivera, de 1,91m. É bom que a defesa rubro-negra esteja hoje em dia mais inspirado que a média do ano para combater o jogo aéreo.


* * * * * * * * * * * * * * * *

Chamou bastante atenção no Chile a decisão do Flamengo de chegar a Santiago pouco antes do jogo, temendo os terremotos. O técnico Gerardo Pelusso tratou a atitude como uma "cortina de fumaça" para desviar a atenção de seu time, e falou de maneira um tanto agressiva sobre o assunto: "Os brasileiros não só jogam muito bem como a bola, mas também sabem usar muito bem todos os momentos; sabem quando rir, quando dar beijos para as câmeras, sabem fazer sua vida impossível quando jogam no Brasil, sabem se fazer de simpáticos e sabem ter medo quando lhes convém. Eu não acredito em nada deles".

Falou-se também por lá sobre a possível vantagem do Universidad por jogar no estádio do Colo-Colo, com maior capacidade do que o de Coquimbo, onde poderia ser a partida. Mas o treinador também desdenhou: "pra eles não faz diferença 10 ou 30 mil pessoas, estão acostumados a jogar para 50 mil toda semana".

Pelusso, aliás, era o técnico do Nacional em 2008, quando os uruguaios caíram no grupo do Flamengo na primeira fase da Libertadores - estive no Parque Central, em Montevidéu, para ver o Flamengo perder de 3x0 graças a expulsão estúpida de Toró, após empurrar um gandula. O treinador comparou o time rubro-negro daquele ano com o atual em entrevista ao GloboEsporte, dizendo que acha que o daquela época era mais competitivo (e eu até tendo a concordar - acho que o elenco atual talvez seja mais talentoso, mas sentia mais firmeza naquele time do que no deste ano).



* * * * * * * * * * * * * * * *

Ainda sobre o temor rubro-negro com os terremotos, o jornal Las Últimas Notícias deu a seguinte manchete em sua primeira página: "Mago Yin confirma - Brasileiros: Haverá novo tremor em Santiago, terá como epicentro Los de Abajo". Mago Yin é um vidente local que teria previsto os terremotos recentes; Los de Abajo é como chamam a torcida barrabrava do Universidad.

Levando o assunto mais a sério, o clube chileno promove durante o jogo campanha para recolhimento no estádio de donativos às vítimas do terremoto.

A repercussão da vitória entre os torcedores chilenos

Semana que vem tem mais Libertadores. O adversário da vez será o Universidad do Chile - e o pessoal em Santiago andou ligado na vitória rubro-negra de ontem.

A imprensa chilena destacou a vitória rubro-negra em seus principais sites, mas sem muitos comentários sobre a atuação do Flamengo - fora citar que Fierro entrou nos minutos finais.

Mas o jogo foi tema de muitos comentários de torcedores do Universidad no fórum chileazul.cl. A maioria não se impressionou muito com as atuações do Flamengo até aqui e crê que podem encarar o desafio de igual para igual. Porém, ressaltam a capacidade dos brasileiros de aproveitarem as chances que criam para definir uma partida.


"Pelos jogos com a Católica e o Caracas, me dão a impressão de não serem mais do que nós"
"Igual ao Fluminense, e todos os brasileiros e argentinos, são oportunistas e aproveitam a única chance que têm"


O jogo defensivo do Flamengo, buscando os contra-ataques, e a cera para garantir o resultado chamaram a atenção:

"Acho que eles arrumam expulsões sem sentido de propósito, pois gostam que o adversário vá pra cima deles para matarem o jogo em seus erros ou em contra-ataques"

"É espantoso vê-los gastando tempo, não é fair play isso"

Por lá, acreditam que Adriano não jogará contra eles e ainda se animaram com a expulsão de Toró. E não botam muita fé em nossos jogadores.
"Não importa, sem Adriano e Toró não vão poder com La U"

"Que tal o goleiro do Flamengo?" "É o pior de todos, é afrescalhado"

"Léo Moura é de se temer, é o único que respeito."


Porém, apesar de todas as manifestações de otimismo (inclusive com projeções de resultados em que vencem lá, empatam aqui e terminam como líderes disparados do grupo...), há aqueles que pesam a diferença de tradição no futebol entre os dois países.


"Sendo realista e sabendo que o Flamengo é o campeão do Brasileirão (sabem o que é preciso fazer para chegar lá?), creio que o Flamengo leva o grupo, como o Grêmio ano passado. Vamos tentar o segundo lugar."
"Sabemos que é uma equipe brasileira, e uma equipe brasileira não perdoa duas vezes"
"Espero que não aconteça o que sempre acontece quando brasileiros jogam contra chilenos. Jogamos como nunca, perdemos como sempre"


* * * * * * * * * * * * * *

Houve o anúncio de que o jogo será em Santiago, no estádio do Colo-Colo. Mas há novas notícias de terremotos no Chile e até alerta de tsunami hoje. Por enquanto, ainda não dá pra saber se isso não pode acabar mudando planos.