Fora do Rio de Janeiro, não assisti ao empate de Flamengo e Vitória neste sábado. Mas acabei acompanhando o que ia acontecendo em Volta Redonda, mesmo à distância – com a ajuda de amigos e até do canal de SMS do Flamengo, que começou a funcionar. Vou deixar aqui algumas impressões e vocês, que assistiram à partida, me digam se falo besteira.
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Os jogos que interessam hoje
São Paulo x Vitória
Taí uma tarefa ingrata: tentar secar o São Paulo nessa partida de hoje, contra o Vitória. O empate do Palmeiras com o Sport mostrou que tudo pode acontecer, mas qualquer resultado que não seja uma vitória são-paulina hoje no Morumbi é pra lá de improvável.
O São Paulo tem seus desfalques, dos quais o mais importante é Dagoberto. Mas teve dez dias para preparar o time e tem banco suficiente para que as ausências não pesem tanto assim. Na verdade, ao contrário de seus rivais na disputa pelo título - Flamengo, Palmeiras e Atlético -, o São Paulo não tem aquele grande jogador cuja ausência faria o time realmente se desarticular; as vitórias têm vindo daquela maneira irritante e costumeira, com defesa fechada e golzinhos de bola parada. Não é um futebol confiável, as vitórias têm sido sempre sofridas e apertadas, mas pra hoje deve bastar.
Até porque o Vitória chega em crise, vindo de quatro derrotas seguidas - a última delas em casa, para o Avaí. Em Salvador, há rumores de que os jogadores querem derrubar o técnico Vagner Mancini e alguns chegaram a ser afastados por indisciplina - é o caso de Apodi, que não joga hoje, e Leandro Domingues, que foi reintegrado.
Coritiba x Atlético-MG
Este já é um jogo em que dá pra ter bastante esperança num tropeço mineiro. O Coritiba, embora ainda corra riscos reais de rebaixamento, faz campanha bem razoável no returno e dificilmente perde em casa. Hoje estará sem o centro-avante Ariel, mas continua com quatro jogadores bem ofensivos em campo - Pedro Ken, Carlinhos Paraíba, Marcelinho Paraíba (o destaque do time, com 13 gols) e Ângelo.
Mas o Atlético vem completo e é um time com desempenho bastante bom fora de casa - venceu o mesmo número de partidas que perdeu como visitante e tem aproveitamento de 47%. E como o Coritiba precisa vencer, não deve ter uma defesa tão fechada quanto à do Flamengo na última rodada, o que deve facilitar a vida de Tardelli e Éder Luís para encontrarem espaços. É um jogo imprevisível e decisivo para os dois lados - mas eu apostaria numa vitória do time de Ney Franco, que cairia benzão.
Cruzeiro x Grêmio
O que pode dar ao jogo no Mineirão uma dificuldade extra para o Cruzeiro é a saída de Paulo Autuori. Assume o interino Marcelo Rospide, que fazia boa campanha com o time antes da chegada de Autuori - o que pode servir pra dar uma sacudida no ânimo do time. Se isso não acontecer e o Grêmio seguir seu ritmo normal de infinitas derrotas fora de casa, o Cruzeiro deve sair com os três pontos e continuar botando pressão nos atuais integrantes do G4 - é o mais provável, ainda mais pela ausência de Souza no Grêmio.
A verdade é que, tirando o segundo tempo do jogo contra o Fluminense, o Cruzeiro vem convencendo rodada após rodada - se não fosse aquele apagão de 45 minutos, seria agora um fortíssimo candidato ao título. Mas pelo menos uma vaga na Libertadores está bastante provável - hoje eu diria que Atlético-MG e Palmeiras devem decidir no confronto direto quem ficará no G4 e quem perderá a vaga para o time de Adílson Batista.
Taí uma tarefa ingrata: tentar secar o São Paulo nessa partida de hoje, contra o Vitória. O empate do Palmeiras com o Sport mostrou que tudo pode acontecer, mas qualquer resultado que não seja uma vitória são-paulina hoje no Morumbi é pra lá de improvável.
O São Paulo tem seus desfalques, dos quais o mais importante é Dagoberto. Mas teve dez dias para preparar o time e tem banco suficiente para que as ausências não pesem tanto assim. Na verdade, ao contrário de seus rivais na disputa pelo título - Flamengo, Palmeiras e Atlético -, o São Paulo não tem aquele grande jogador cuja ausência faria o time realmente se desarticular; as vitórias têm vindo daquela maneira irritante e costumeira, com defesa fechada e golzinhos de bola parada. Não é um futebol confiável, as vitórias têm sido sempre sofridas e apertadas, mas pra hoje deve bastar.
Até porque o Vitória chega em crise, vindo de quatro derrotas seguidas - a última delas em casa, para o Avaí. Em Salvador, há rumores de que os jogadores querem derrubar o técnico Vagner Mancini e alguns chegaram a ser afastados por indisciplina - é o caso de Apodi, que não joga hoje, e Leandro Domingues, que foi reintegrado.
Coritiba x Atlético-MG
Este já é um jogo em que dá pra ter bastante esperança num tropeço mineiro. O Coritiba, embora ainda corra riscos reais de rebaixamento, faz campanha bem razoável no returno e dificilmente perde em casa. Hoje estará sem o centro-avante Ariel, mas continua com quatro jogadores bem ofensivos em campo - Pedro Ken, Carlinhos Paraíba, Marcelinho Paraíba (o destaque do time, com 13 gols) e Ângelo.
Mas o Atlético vem completo e é um time com desempenho bastante bom fora de casa - venceu o mesmo número de partidas que perdeu como visitante e tem aproveitamento de 47%. E como o Coritiba precisa vencer, não deve ter uma defesa tão fechada quanto à do Flamengo na última rodada, o que deve facilitar a vida de Tardelli e Éder Luís para encontrarem espaços. É um jogo imprevisível e decisivo para os dois lados - mas eu apostaria numa vitória do time de Ney Franco, que cairia benzão.
Cruzeiro x Grêmio
O que pode dar ao jogo no Mineirão uma dificuldade extra para o Cruzeiro é a saída de Paulo Autuori. Assume o interino Marcelo Rospide, que fazia boa campanha com o time antes da chegada de Autuori - o que pode servir pra dar uma sacudida no ânimo do time. Se isso não acontecer e o Grêmio seguir seu ritmo normal de infinitas derrotas fora de casa, o Cruzeiro deve sair com os três pontos e continuar botando pressão nos atuais integrantes do G4 - é o mais provável, ainda mais pela ausência de Souza no Grêmio.
A verdade é que, tirando o segundo tempo do jogo contra o Fluminense, o Cruzeiro vem convencendo rodada após rodada - se não fosse aquele apagão de 45 minutos, seria agora um fortíssimo candidato ao título. Mas pelo menos uma vaga na Libertadores está bastante provável - hoje eu diria que Atlético-MG e Palmeiras devem decidir no confronto direto quem ficará no G4 e quem perderá a vaga para o time de Adílson Batista.
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Brasileiro 2009 - 28a. rodada - Vitória 3 x 3 Flamengo
Depois de tanto tempo sem sofrer gol, hoje o Flamengo levou três. E seria mesmo demais esperar a vitória levando tantos gols em um dia em que Adriano não estava em campo. O empate não foi bom para as pretensões de G4, mas acabou vindo com aquele sentimento de "caiu do céu".
Desta vez, o Flamengo entrou mesmo num 4-4-2 mais comum, com Zé Roberto e Dênis Marques formando dupla de ataque e Willians como um meia direita, não tão aberto como jogou no Fla-Flu. O time jogou torto pela esquerda, mas conseguia por lá criar boas jogadas graças ao bom início de Pet e Zé Roberto. Mas desta vez a marcação no meio-campo não funcionou tão bem, permitindo que os jogadores do Vitória avançassem muitas vezes com a bola dominada de frente para a zaga perseguidos por trás pelos os volantes, o que gerou várias faltas próximas à área - algo não muito recomendável quando se enfrenta um time com um especialista como Ramon.
O Flamengo conseguiu ficar em vantagem por duas vezes, mas permitiu o empate logo em seguida de cada um dos gols em lances de bola parada, graças ao primeiro tempo ruim de Aírton. Disperso, não subiu com Roger no lance do primeiro gol e perdeu uma bola que gerou a falta do segundo, em um lance que lembrou o Fabinho tricolor do último domingo. E o Vitória ainda acabou saindo em vantagem de um primeiro tempo em que criou menos se aproveitando do momento em que Éverton estava fora, sendo atendido após levar uma cotovelada acidental - foi justo pelo seu lado da defesa que Gláucio bateu Aírton e criou o lance do segundo gol de Ramon.
E a verdade é que o segundo tempo do Flamengo foi muito ruim. O time ficou ainda mais torto pela esquerda - mesmo com a entrada de Juan no lugar de Willians, Pet continuou só jogando por ali -, tornou-se previsível demais e foi facilmente anulado. Zé Roberto foi pra direita mas, com pouca companhia e passando a ser vigiado de perto, sumiu. O Vitória gastava o tempo - inclusive fazendo cera e sumindo com gandulas e bolas - e parecia caminhar mesmo para os três pontos. Andrade tentou substituições e elas não surtiram efeito na produção do time, mas acabaram dando sorte: com participação de Mezenga e Juan, Zé Roberto conseguiu o empate aos 45 do segundo tempo, na única conclusão em gol com a bola rolando em toda a etapa.
Somando tudo, foi um placar até justo.
* * * * * * * * * * * * *
Willians já foi testado em outras oportunidades como meia, mais avançado que em sua posição original. Em quase todas, não funcionou - como hoje. Deu certo contra o Fluminense, entrando descansado, bem aberto, contra um time fraco na defesa. Normalmente, não vai dar.
Zé Roberto mais uma vez conseguiu bons momentos, apesar do segundo tempo ruim. Deu pra ver, pelas arrancadas, a diferença física em relação ao jogador de alguns meses atrás. Como Adriano, ele parece finalmente, depois de tanto tempo, ter entrado em forma. Os salários em dia e a calmaria interna teriam algo a ver com isso?
Dênis Marques pôde jogar como centro-avante, como queria. Fez um gol, numa bola mal chutada que desviou num zagueiro; perdeu outro, que pode ser posto na conta do gramado irregular. Mas, fora isso, deu sequência a poucos lances, errou passes bobos e acabou substituído. Continuou devendo.
E quero chamar a atenção, mesmo num jogo em que o resultado não foi tão bom, para o que pra mim é a grande assinatura do trabalho de Andrade: a preocupação do time em não perder a posse de bola de bobeira. Reparem como os defensores, mesmo quando em condições adversas, muito dificilmente dão chutões pela frente - sempre tentam sair tocando da defesa. Mesmo Bruno raramente usa bolas longas na hora de sair jogando - está preferindo entregar a algum zagueiro próximo para iniciar a jogada.
7/10/2009 - 21h50 - Vitória 3 x 3 Flamengo
Barradão - Salvador, BA
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Ubirajara Ferraz Jota (PE)
Cartões amarelos: Apodi (VIT) Zé Roberto, Aírton e Léo Moura (FLA)
Gols: Denis Marques, 13'/1°T (0-1); Roger, 16'/1°T (1-1); Petkovic, 19'/1°T (1-2); Ramon, 21'/1°T (2-2); Ramon, 40'/1°T (3-2); Zé Roberto, 45'/2°T (3-3)
Vitória: Gléguer, Apodi, Wallace, Fábio Ferreira e Leandro; Vanderson, Uellinton, Ramon (Elkeson, 34'/2ºT) e Leandro Domingues (Magal, 30'/2ºT); Roger e Glaucio (Willian, 22'/2ºT). Técnico: Vagner Mancini.
Flamengo: Bruno, Léo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton; Aírton, Willians (Juan, 17'/2ºT), Maldonado e Petkovic (Maxi, 41'/2ºT); Zé Roberto e Denis Marques (Bruno Mezenga, 30'/2ºT). Técnico: Andrade.
Desta vez, o Flamengo entrou mesmo num 4-4-2 mais comum, com Zé Roberto e Dênis Marques formando dupla de ataque e Willians como um meia direita, não tão aberto como jogou no Fla-Flu. O time jogou torto pela esquerda, mas conseguia por lá criar boas jogadas graças ao bom início de Pet e Zé Roberto. Mas desta vez a marcação no meio-campo não funcionou tão bem, permitindo que os jogadores do Vitória avançassem muitas vezes com a bola dominada de frente para a zaga perseguidos por trás pelos os volantes, o que gerou várias faltas próximas à área - algo não muito recomendável quando se enfrenta um time com um especialista como Ramon.
O Flamengo conseguiu ficar em vantagem por duas vezes, mas permitiu o empate logo em seguida de cada um dos gols em lances de bola parada, graças ao primeiro tempo ruim de Aírton. Disperso, não subiu com Roger no lance do primeiro gol e perdeu uma bola que gerou a falta do segundo, em um lance que lembrou o Fabinho tricolor do último domingo. E o Vitória ainda acabou saindo em vantagem de um primeiro tempo em que criou menos se aproveitando do momento em que Éverton estava fora, sendo atendido após levar uma cotovelada acidental - foi justo pelo seu lado da defesa que Gláucio bateu Aírton e criou o lance do segundo gol de Ramon.
E a verdade é que o segundo tempo do Flamengo foi muito ruim. O time ficou ainda mais torto pela esquerda - mesmo com a entrada de Juan no lugar de Willians, Pet continuou só jogando por ali -, tornou-se previsível demais e foi facilmente anulado. Zé Roberto foi pra direita mas, com pouca companhia e passando a ser vigiado de perto, sumiu. O Vitória gastava o tempo - inclusive fazendo cera e sumindo com gandulas e bolas - e parecia caminhar mesmo para os três pontos. Andrade tentou substituições e elas não surtiram efeito na produção do time, mas acabaram dando sorte: com participação de Mezenga e Juan, Zé Roberto conseguiu o empate aos 45 do segundo tempo, na única conclusão em gol com a bola rolando em toda a etapa.
Somando tudo, foi um placar até justo.
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Willians já foi testado em outras oportunidades como meia, mais avançado que em sua posição original. Em quase todas, não funcionou - como hoje. Deu certo contra o Fluminense, entrando descansado, bem aberto, contra um time fraco na defesa. Normalmente, não vai dar.
Zé Roberto mais uma vez conseguiu bons momentos, apesar do segundo tempo ruim. Deu pra ver, pelas arrancadas, a diferença física em relação ao jogador de alguns meses atrás. Como Adriano, ele parece finalmente, depois de tanto tempo, ter entrado em forma. Os salários em dia e a calmaria interna teriam algo a ver com isso?
Dênis Marques pôde jogar como centro-avante, como queria. Fez um gol, numa bola mal chutada que desviou num zagueiro; perdeu outro, que pode ser posto na conta do gramado irregular. Mas, fora isso, deu sequência a poucos lances, errou passes bobos e acabou substituído. Continuou devendo.
E quero chamar a atenção, mesmo num jogo em que o resultado não foi tão bom, para o que pra mim é a grande assinatura do trabalho de Andrade: a preocupação do time em não perder a posse de bola de bobeira. Reparem como os defensores, mesmo quando em condições adversas, muito dificilmente dão chutões pela frente - sempre tentam sair tocando da defesa. Mesmo Bruno raramente usa bolas longas na hora de sair jogando - está preferindo entregar a algum zagueiro próximo para iniciar a jogada.
7/10/2009 - 21h50 - Vitória 3 x 3 Flamengo
Barradão - Salvador, BA
Público e renda: Não divulgado.
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Ubirajara Ferraz Jota (PE)
Cartões amarelos: Apodi (VIT) Zé Roberto, Aírton e Léo Moura (FLA)
Gols: Denis Marques, 13'/1°T (0-1); Roger, 16'/1°T (1-1); Petkovic, 19'/1°T (1-2); Ramon, 21'/1°T (2-2); Ramon, 40'/1°T (3-2); Zé Roberto, 45'/2°T (3-3)
Vitória: Gléguer, Apodi, Wallace, Fábio Ferreira e Leandro; Vanderson, Uellinton, Ramon (Elkeson, 34'/2ºT) e Leandro Domingues (Magal, 30'/2ºT); Roger e Glaucio (Willian, 22'/2ºT). Técnico: Vagner Mancini.
Flamengo: Bruno, Léo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton; Aírton, Willians (Juan, 17'/2ºT), Maldonado e Petkovic (Maxi, 41'/2ºT); Zé Roberto e Denis Marques (Bruno Mezenga, 30'/2ºT). Técnico: Andrade.
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O que andam falando os blogueiros do Vitória
Não há grandes motivos para Flamengo e Vitória terem alguma rivalidade em especial. São de regiões diferentes e jamais disputaram uma decisão importante de campeonato. Mas, além do incômodo com a enorme torcida do rubro-negro carioca na Bahia, Snowman - que participa com análises do Blog do Torcedor do Vitória no GloboEsporte.com - cita mais uma razão para que uma possível vitória hoje sobre o Flamengo tenha um sabor especial: trata-se de um dos poucos times que vencem mais do que perdem para o Vitória no Barradão. No estádio, o Flamengo tem 5 vitórias e 3 derrotas - "O Flamengo é uma mancha negra na história do Barradão", ele escreve.
Snowman também não tem vergonha de comemorar a ausência de Adriano, que afirma ser 50% do time do Flamengo - mas sem menosprezar a "metade restante", que ainda seria um bom time. Sobram elogios para a defesa e a qualidade de Pet e Zé Roberto. Porém, sem o Imperador, "se Dênis Marques repetir a a atuação que teve contra o Fluminense, a chance de tomarmos um gol é praticamente nula".
Sobre o próprio time, diz que é preciso diminuir a enorme quantidade de gols perdidos por seu ataque. E lamenta a provável escalação de Ramon no meio-campo - diz ele que Leandro Domingues costuma jogar pior quando tem a companhia do veterano.
* * * * * * * * * * *
Se Snowman gostaria de ver Ramon no banco, outros preferem ressaltar o possível duelo entre o experiente meia e Petkovic. É o caso de Valmerson, responsável pelo Leão minha paixão (que curiosamente publica uma possível escalação do Flamengo incluindo Juan, Maxi e Mezenga como titulares), que vê a possibilidade de um dos dois resolverem a partida numa bola parada; e de Fábio Monteiro, do Eu sou Vitória (o blogueiro que já viu a tal nova versão da faixa "Vergonha do Nordeste", que citei no texto anterior).
Analizando o time no último jogo, contra o Santo André, ele lamenta que o time não consiga nunca reagir quando sai atrás no placar. E reclama, vejam vocês, de uma das armas ofensivas mais comentadas do Vitória na imprensa nacional: Apodi. Para ele, tanto Apodi pela direita quanto Leandro pela esquerda estão produzindo pouco no ataque e deixando espaços na defesa - mereceriam banco.
Ainda sobre o jogo contra o Santo André, Fábio reclama da expulsão, segundo ele injusta, de Neto Berola. É um comentário que também aparece no ECVitoriaNoticias, de Lucas Serra, e no Arena Rubro-Negra, de diversos autores - ambos reclamam do juiz e lamentam o desfalque.
Ainda sobre arbitragem, o Arena Rubro-Negra lembra que o juiz de hoje à noite será o mesmo que apitou o confronto entre os dois time no turno - e, segundo ele, atrapalhou o Vitória no Engenhão.
Snowman também não tem vergonha de comemorar a ausência de Adriano, que afirma ser 50% do time do Flamengo - mas sem menosprezar a "metade restante", que ainda seria um bom time. Sobram elogios para a defesa e a qualidade de Pet e Zé Roberto. Porém, sem o Imperador, "se Dênis Marques repetir a a atuação que teve contra o Fluminense, a chance de tomarmos um gol é praticamente nula".
Sobre o próprio time, diz que é preciso diminuir a enorme quantidade de gols perdidos por seu ataque. E lamenta a provável escalação de Ramon no meio-campo - diz ele que Leandro Domingues costuma jogar pior quando tem a companhia do veterano.
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Se Snowman gostaria de ver Ramon no banco, outros preferem ressaltar o possível duelo entre o experiente meia e Petkovic. É o caso de Valmerson, responsável pelo Leão minha paixão (que curiosamente publica uma possível escalação do Flamengo incluindo Juan, Maxi e Mezenga como titulares), que vê a possibilidade de um dos dois resolverem a partida numa bola parada; e de Fábio Monteiro, do Eu sou Vitória (o blogueiro que já viu a tal nova versão da faixa "Vergonha do Nordeste", que citei no texto anterior).
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Fábio Monteiro mostra otimismo para o jogo de logo mais. Comemora a volta da zaga titular e afirma que o Vitória, neste campeonato, tem ido bem contra times fortes e perdido pontos importantes contra adversários mais fracos.Analizando o time no último jogo, contra o Santo André, ele lamenta que o time não consiga nunca reagir quando sai atrás no placar. E reclama, vejam vocês, de uma das armas ofensivas mais comentadas do Vitória na imprensa nacional: Apodi. Para ele, tanto Apodi pela direita quanto Leandro pela esquerda estão produzindo pouco no ataque e deixando espaços na defesa - mereceriam banco.
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Ainda sobre o jogo contra o Santo André, Fábio reclama da expulsão, segundo ele injusta, de Neto Berola. É um comentário que também aparece no ECVitoriaNoticias, de Lucas Serra, e no Arena Rubro-Negra, de diversos autores - ambos reclamam do juiz e lamentam o desfalque.
Ainda sobre arbitragem, o Arena Rubro-Negra lembra que o juiz de hoje à noite será o mesmo que apitou o confronto entre os dois time no turno - e, segundo ele, atrapalhou o Vitória no Engenhão.
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O Vitória tem uma das melhores campanhas do returno e só foi ultrapassado pelo Flamengo na rodada passada. Por isso, por lá a partida está sendo vista como "jogo de seis pontos", como destaca o ECVitóriaNotícias. Ainda há a esperança de que o Vitória consiga uma vaguinha no G4 - algo de que fala o Arena Rubro-Negra. Até a rodada passada, o Leão Minha Paixão lançava uma campanha Yes, We Can baseada neste sonho.
O time parece que vem mesmo despertando confiança de seus blogueiros. Mas em vários comentários aparece a preocupação com o número de gols perdidos e a falta de pontaria nas últimas partidas do artilheiro Roger.
O Vitória tem uma das melhores campanhas do returno e só foi ultrapassado pelo Flamengo na rodada passada. Por isso, por lá a partida está sendo vista como "jogo de seis pontos", como destaca o ECVitóriaNotícias. Ainda há a esperança de que o Vitória consiga uma vaguinha no G4 - algo de que fala o Arena Rubro-Negra. Até a rodada passada, o Leão Minha Paixão lançava uma campanha Yes, We Can baseada neste sonho.
O time parece que vem mesmo despertando confiança de seus blogueiros. Mas em vários comentários aparece a preocupação com o número de gols perdidos e a falta de pontaria nas últimas partidas do artilheiro Roger.
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