Os poucos que se esforçaram pra ir ao Engenhão foram premiados com um jogo muito, muito chato.
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Estadual 2012 - Taça Rio - 1a rodada - Boavista 2 x 1 Flamengo
O Flamengo foi mal tecnicamente, taticamente, emocionalmente. Não são problemas simples de corrigir em pouco tempo. E quinta tem Libertadores.
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Estadual 2011 - Taça Guanabara - 6a. rodada - Boavista 2 x 3 Flamengo
Defeitos que já apareciam antes fizeram a vitória ser bastante complicada. Vamos ver como o time se sairá em testes mais duros
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Estadual 2010 - Taça Guanabara - 7a. rodada - Boavista 1 x 2 Flamengo
Jogo só pra cumprir tabela, time desfalcado, adversário frágil. É o tipo da partida difícil de se tirar mesmo qualquer conclusão. Mas até que o Flamengo, apesar do placar magro, teve uma atuação razoável nessa vitória de hoje sobre o Boavista.
Sem Adriano e Vagner Love, Andrade voltou a usar um desenho tático mais parecido com o do Brasileiro do ano passado. Mezenga fez o papel que era do Imperador, com Vinícius Pacheco fazendo a função que era de Zé Roberto pela esquerda e Fierro jogando como já entrava no ano passado, na posição que foi de Willians. Com isso, Kléberson, que iniciou o ano jogando quase sempre muito aberto pela direita, passou a atuar centralizado, mais ou menos na função que era de Petkovic.
E até que funcionou bem. Em jogos anteriores, quando Pacheco ia jogar aberto pela ponta, o time ficava sem articulação no meio; com Kléberson por ali, isso não aconteceu. Não sou exatamente fã dele na função de principal homem de criação, mas hoje ele foi bem mais participativo do que vinha sendo e teve sua melhor atuação no ano. E, ao longo do jogo, o time até que articulou diversas boas jogadas, boa parte delas com a participação de Vinícius Pacheco. Quando avançava pela ponta esquerda, se entendia bem com Juan (que voltou a jogar bem, como contra o Olaria) nas jogadas de ultrapassagem; quando ia pelo meio, mostrava bom entrosamento com Mezenga, outro que aproveitou bem suas chances. Pena que, pela direita, as atuações de Fierro e Léo Moura já não tenha sido tão produtiva assim.
É difícil falar muito da defesa num jogo contra um Boavista da vida - mas, de qualquer forma, o time pareceu mais seguro lá atrás do que vinha acontecendo. Com apenas um atacante fixo, o meio-campo teve uma ajuda maior na marcação; e Lenon não foi exatamente um destaque individual, mas pareceu ajudar melhor a equipe a preencher os espaços à frente da zaga. Fabrício, que entrou no lugar do poupado Angelim, foi bastante seguro. E as únicas ameaças (e gols - um deles mal anulado) que o time sofreu foram de bola parada.
Voltando: time desfalcado, jogo que pra cumprir tabela, adversário frágil - tudo contribui pra que o jogo não sirva pra grandes conclusões. O que, na verdade, também não deixa de valer para cada um dos jogos que já aconteceram nesta temporada. Pra completar, a gente sabe que o esquema de hoje simplesmente não tem como ser utilizado pra frente enquanto o time tiver no ataque o Império do Amor. Ou seja: o jogo só serviu mesmo pra um pouquinho de distração no fim da tarde de domingo, pra quem não estava na rua em algum bloco do pré-carnaval. E até que caiu bem.
7/2/2010 - 19h30 - Boavista 1 x 2 Flamengo
Estádio Raulino de Oliveira - Volta Redonda, RJ
Árbitro: Maurício Machado Coelho Júnior (RJ)
Auxiliares: Francisco Pereira de Souza (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ)
Cartões amarelos: Júlio César, Paulo Rodrigues, Douglas Pedroso, Léo Faria e Léo Guerreiro (BOA); Leonardo Moura, Juan e Lenon(FLA)
Gols: Bruno Mezenga, 48'/1ºT (0-1), Erdson, 11'/2ºT (1-1), Kleberson, 15'/2ºT (1-2).
Boavista: Vinicius, Getúlio, Pessanha, Erdson; Paulo Rodrigues, Júlio César, Douglas Pedroso (Fabrício, 28'/2ºT), Léo Faria (Vinícius Durante, 24'/2ºT) e Ruy; Tony e Léo Guerreiro (Marlon, 40'/2ºT). Técnico: Júlio Marinho.
Flamengo: Bruno, Leonardo Moura (Éverton Silva, 30'/2ºT), Álvaro, Fabrício e Juan (Welington, 40'/2ºT); Lenon, Fernando, Kleberson e Fierro (Denis Marques, 28'/2ºT); Vinícius Pacheco e Bruno Mezenga. Técnico: Andrade.
Sem Adriano e Vagner Love, Andrade voltou a usar um desenho tático mais parecido com o do Brasileiro do ano passado. Mezenga fez o papel que era do Imperador, com Vinícius Pacheco fazendo a função que era de Zé Roberto pela esquerda e Fierro jogando como já entrava no ano passado, na posição que foi de Willians. Com isso, Kléberson, que iniciou o ano jogando quase sempre muito aberto pela direita, passou a atuar centralizado, mais ou menos na função que era de Petkovic.
E até que funcionou bem. Em jogos anteriores, quando Pacheco ia jogar aberto pela ponta, o time ficava sem articulação no meio; com Kléberson por ali, isso não aconteceu. Não sou exatamente fã dele na função de principal homem de criação, mas hoje ele foi bem mais participativo do que vinha sendo e teve sua melhor atuação no ano. E, ao longo do jogo, o time até que articulou diversas boas jogadas, boa parte delas com a participação de Vinícius Pacheco. Quando avançava pela ponta esquerda, se entendia bem com Juan (que voltou a jogar bem, como contra o Olaria) nas jogadas de ultrapassagem; quando ia pelo meio, mostrava bom entrosamento com Mezenga, outro que aproveitou bem suas chances. Pena que, pela direita, as atuações de Fierro e Léo Moura já não tenha sido tão produtiva assim.
É difícil falar muito da defesa num jogo contra um Boavista da vida - mas, de qualquer forma, o time pareceu mais seguro lá atrás do que vinha acontecendo. Com apenas um atacante fixo, o meio-campo teve uma ajuda maior na marcação; e Lenon não foi exatamente um destaque individual, mas pareceu ajudar melhor a equipe a preencher os espaços à frente da zaga. Fabrício, que entrou no lugar do poupado Angelim, foi bastante seguro. E as únicas ameaças (e gols - um deles mal anulado) que o time sofreu foram de bola parada.
Voltando: time desfalcado, jogo que pra cumprir tabela, adversário frágil - tudo contribui pra que o jogo não sirva pra grandes conclusões. O que, na verdade, também não deixa de valer para cada um dos jogos que já aconteceram nesta temporada. Pra completar, a gente sabe que o esquema de hoje simplesmente não tem como ser utilizado pra frente enquanto o time tiver no ataque o Império do Amor. Ou seja: o jogo só serviu mesmo pra um pouquinho de distração no fim da tarde de domingo, pra quem não estava na rua em algum bloco do pré-carnaval. E até que caiu bem.
7/2/2010 - 19h30 - Boavista 1 x 2 Flamengo
Estádio Raulino de Oliveira - Volta Redonda, RJ
Árbitro: Maurício Machado Coelho Júnior (RJ)
Auxiliares: Francisco Pereira de Souza (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ)
Cartões amarelos: Júlio César, Paulo Rodrigues, Douglas Pedroso, Léo Faria e Léo Guerreiro (BOA); Leonardo Moura, Juan e Lenon(FLA)
Gols: Bruno Mezenga, 48'/1ºT (0-1), Erdson, 11'/2ºT (1-1), Kleberson, 15'/2ºT (1-2).
Boavista: Vinicius, Getúlio, Pessanha, Erdson; Paulo Rodrigues, Júlio César, Douglas Pedroso (Fabrício, 28'/2ºT), Léo Faria (Vinícius Durante, 24'/2ºT) e Ruy; Tony e Léo Guerreiro (Marlon, 40'/2ºT). Técnico: Júlio Marinho.
Flamengo: Bruno, Leonardo Moura (Éverton Silva, 30'/2ºT), Álvaro, Fabrício e Juan (Welington, 40'/2ºT); Lenon, Fernando, Kleberson e Fierro (Denis Marques, 28'/2ºT); Vinícius Pacheco e Bruno Mezenga. Técnico: Andrade.
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